Rangefinder de baixo custo

Olá, pessoal.

Eu estou pensando em adquirir uma rangefinder de baixo custo para poder me acostumar com essa categoria de máquina (enquanto não tenho $$$ para um leica… rs…) e estou em dúvidas entre essas daqui:
Com fotômetro e lentes f1.7:

  • Yashica 35 GSN (o problema é a pilha, que não fabrica mais. Porém, é possível adaptar pilhas LR44 para ela, só não sei como… rs…);
  • Canonet QL III 17;
  • Olympus 35 SP - o diferencial dessa é a fotometria SPOT (acho que foi a única rangefinder fabricada com essa característica…)
    Sem fotômetro:
  • Beauty Super II - lente 45mm f2.8;
  • Werra - lente 50mm f2.8;
  • Konica C35 - não me lembro a lente dessa, mas creio que seja 45mm ou 50mm f2.8.

Pois é pessoal! Esse é o meu dilema. Quem pode me dar sugestões sobre qual máquina escolher?

[]s,

Tenho duas rf. Uma Kiev IV e uma Canonet 17.

Kiev IV: excelente ótica, excelente consttrução, visor muito luminoso com retângulo do telêmetro perfeitamente visível. Lente Jupiter-8 de categoria superior. É uma câmera clássica no mais puro sentido.
desvantagens: não é pequena (é do tamanho de uma SLR perquena) nem leve e seu fotômetro externo é mais difícil de usar. Não tem compensação de paralaxe por frame, embora o retângulo do tel~emetro sirva de guia, uma vez que aponta sempre para o centro da fotografia a ser capturada. Provavelmente é a câmera de que mais gosto entre todas as que tenho. Troca as lentes, se desejado, e a Jupiter é f2, bastante luminosa, sem aberrações cromáticas, muito nítida e com bokeh lindo.

Canonet 17.: muito boa ótica, imagens nítidas e boa transcrição de sombras e altas luzes. Construção de muito boa. Fotômetro preciso e de boa leitura no visor. Para fotometrar é preciso colocar em Auto na velocidade pretendida, mas depois, com base na leitura e na intenção, coloca-se novamente no manual simplesmente escolhendo uma abertura e evitando que a câmera faça isso. Tem correção de paralaxe por frame visível no visor. Manuseio fácil e pequena.
desvantagens: o losango do teleêmetro não é muito fácil de ver. É difícil ter certeza do foco em objetos mais próximos ou pouco contrastados. O sistema de regulagem do foco, uma anel com uma espécide de alavanca que se move não oferece tanta firmeza, e paradoxalmente, a câmera é instável em velocidades baixas como 1/15, velocidade que é preticável na Kiev.

Ambas valem a pena.

Um negócio da china é a Fed V com fotômetro externo e a maravilhosa Industar 61 L/D montada nela. Uma qualidade ótica soberba por um preço vil.